ESCREVINHANDO
Prefiro este termo à batismo de adultos, porque batizamos crianças e adolescentes. Não batizamos bebês. A ideia de que o batismo tinha poder salvador se arraigou lentamente na igreja. Pelo quarto século, o sacramentalismo impôs a ceia e o batismo como sacramentos que deviam ser ministrados para trazerem graça espiritual. O batismo passou a ser algo praticado para se alcançar a salvação. Mas desde o segundo século que a prática de batizar crianças se institucionalizara na igreja. Segundo O Didaquê, obra ainda do primeiro século, a igreja primitiva usava a imersão e a afusão como métodos de batismo. Parece que as crianças (não no Novo Testamento, pois não temos notícia de batismo infantil neste período) eram submetidas à afusão e, mais tarde, à aspersão.
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